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" Todo Ser Humano é um estranho ímpar!"

Drummond

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

BOAS FESTAS!!

Mais um ano está chegando...
Com ele, nossas esperanças de conviver em uma sociedade melhor se renovam!
Esperamos que em 2008 possamos comemorar cada vez mais a construção de uma sociedade mais inclusiva e acolhedora!
Feliz Natal e Um 2008 cheio de Luz!

"Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este é ainda um mundo maravilhoso. Esteja atento."

Willian Shakspeare


segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

3 de Dezembro – Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
O dia internacional das pessoas com deficiência é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes às pessoas com deficiência, além de mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar desses cidadãos. Neste dia é necessário ressaltar a importância de que cada um de nós seja um agente efetivo da inclusão das pessoas com deficiência, e que esta inclusão traz inúmeros benefícios para a vida política, social, econômica e cultural.
A cada ano o tema deste dia é baseado no objetivo do exercício pleno dos direitos humanos e da participação na sociedade, estabelecido pelo Programa Mundial de Ação a respeito das pessoas com deficiência, adotado pela Assembléia Geral da ONU em 1982

sábado, 27 de outubro de 2007

Afinal, por que valorizar a diversidade?


Acreditamos que um dos aspectos mais interessantes, entre tantos, quando tratamos da diversidade é que, uma das características que nos confere identidade é o fato de produzirmos CULTURA.
A produção cultural, tão particular, tem a alteridade como sua principal marca. Logo, o que nos unifica como espécie é a diversidade que se manifesta em diversas cores, sons, ritmos, crenças...
Na educação especial se utiliza uma metáfora muito interessante para representar a beleza e importância da diversidade daí a crença que esta deva estar presente e ser valorizada nos múltiplos espaços sociais: o caleidoscópio. Sua escolha se centra na importância representada por cada cor e forma que, juntos, compõem uma peça encantadora.
Este é só um dos vários pontos que poderíamos falar sobre a beleza e importância da diversidade, em seus múltiplos aspectos.
E pra você, por que valorizar a diversidade?

terça-feira, 23 de outubro de 2007

ABSURDO!! Juiz apóia violência contra mulher.

Juiz de Sete Lagoas desrespeita a lei e adota postura machista!

De acordo com o Correio Braziliense, o Corregedor Nacional de Justiça, Cesar Asfor Rocha, investigará as sentenças do juiz Edilson Rumelsperger Rodrigues, que em suas decisões desconsidera a Lei Maria da Penha, feita para proteger as mulheres da violência doméstica.

O juiz rejeita sistematicamente pedidos de medidas contra homens que agrediram ou ameaçaram suas companheiras. Nas decisões, chega a dizer que o controle sobre a violência contra a mulher "tornará o homem um tolo".


É inaceitável que uma pessoa cuja função é zelar pelo cumprimento da lei, tome medidas contrárias por orientações sexistas!


Saiba mais sobre a Lei Maria da Penha:





Gabriel Pensador e as crianças

Gabriel e seu poema, Sandra e Pedro...
Linda forma de trabalhar a diversidade racial com crianças!

"Preto, branco
Branco, preto
Preto no branco
Branco no preto
Beijo e abraço
Abraço beijo
"



Valeu Gabriel!!

Veja o vídeo:

http://revistaescola.abril.com.br/multimidia/pag_video/gal_video_247804.shtml

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Ciência e Preconceito



Ontem foi noticiada no Brasil a declaração dada pelo Prêmio Nobel de Medicina de 1962, James Watson, na qual o cientista afirma que africanos são menos inteligentes que os brancos.

O pesquisador teria afirmado preocupação com o futuro da África porque "todas as nossas políticas sociais são baseadas no fato de que a inteligência dos africanos seja igual à nossa, quando todos os testes realizados indicam o contrário".

As declarações de Watson se encaixam em idéias que foram difundidas por cientistas com base em "pesquisas" acerca da superioridade da raça caucasiana. No livro "A FALSA MEDIDA DO HOMEM" de Sthephen Jay Gould, podemos perceber como tais pesquisas eram realiazadas.

O livro destaca a forma como as pesquisas científicas manipulavam dados para ratificar teorias racistas e preconceituosas. Desta forma, desconstrói a idéia de hierarquia de raças, difundida durante o século XIX e em meados do século XX, da mesma forma que desmistifica a idéia positivista de neutralidade da ciência.

Declarações como esta nos mostram como a idéia de que pesquisa científica é sinônimo de verdade absoluta ainda permeia nossa sociedade e servem, ao menos, para desvelar todo o universo de conceitos perversos no qual estamos mergulhados e que são, muitas vezes, reproduzidos de forma inconsciente.

Espera-se que o fato sirva para reflexão acerca do papel ciência e sobre a produção do conhecimento em nossa sociedade:

Para que? Para quem?

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Inclusão na Escola

As discussões contemporâneas acerca da educação, especialmente surgidas após a Declaração de Salamanca, apontam que vivemos em uma época de busca e valorização da diversidade e respeito às diferenças, o que é traduzido pelo conceito de Inclusão.

O entendimento acerca da educação de pessoas com deficiência foi, ao longo da história, embasado por diversas concepções e valores distintos. Nem sempre houve a percepção de inclusão, haja vista os diversos tratamentos excludentes dispensados às pessoas com necessidades especiais identificados através dos tempos.


Embora no plano das idéias o conceito de inclusão esteja bastante avançado este é, no campo prático, bastante deficitário. Isto significa que a matrícula de crianças com necessidades especiais em classes regulares, não garante por si só a inclusão de fato. É sabido que, para que a inclusão em classes regulares ocorra com sucesso, a escola e seus atores precisam combinar esforços buscando as mais diversas adaptações, sejam elas físicas, curriculares, metodológicas, ou outras necessárias com vistas a atender estes alunos.


A diversidade nas escolas regulares só tem a acrescentar na construção de uma sociedade mais humana e justa. No entanto, há de se considerar que a educação de crianças com deficiência depende de uma especificidade do trabalho docente. Sendo assim, embora não se possa defender instituições que segregam, a combinação do atendimento específico com a educação regular em escola inclusiva podem trazer contrubuições importantes ao processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças com necessidades educativas especiais.
Desta forma, é preciso que cada vez mais crianças com deficiência participem de Escolas regulares, mas não se pode dispensar os atendimentos específicos que visem ampliar as possibilidades de desenvolvimento e aprendizagem.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Todos Juntos

Pra gente q tá começando uma associação, fica a mensagem do Chico:

Todos Juntos
Chico Buarque

Uma gata, o que é que tem?
- As unhas
E a galinha, o que é que tem?
- O bico
- Dito assim, parece até ridículo
Um bicinho se assanhar
E o jumento, o que é que tem?
- As patas
E o cachorro, o que é que tem?
- Os dentes
Ponha tudo junto e de repente
Vamos ver no que é que dá
Junte um bico com dez unhas
Quatro patas, trinta dentes
E o valente dos valentes
Ainda vai te respeitar
Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer
Uma gat, o que é que é?
- Esperta
E o jumento, o que é que é?
- Paciente
Não é grande coisa realmente
Prum bichinho se assanhar
E o cachorro, o que é que é?-
- Leal

E a galinha, o que é que é?
- Teimosa
Não parece mesmo grande coisa
Vamos ver no que é que dá
Esperteza, Paciência
Lealdade, Teimosia
E mais dia menos dia
A lei da selva vai mudar
Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
Ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer
E no entanto dizem que são tantos
Saltimbancos como nós